Num dia ele defendia, no outro era defendido.
Num dia sorria, no outro recebia um sorriso.
Num dia ajudava, no outro era ajudado.
Num dia lembrava, no outro era esquecido.
Num dia se escondia, no outro era descoberto.
Um dia a brincadeira cansou, ele decidiu ser ninguém,
dia este que nunca chegou.
Quem sabe ainda virá?