Te tocava como se fosse necessário, como se teu corpo fosse em braille  percebia seus sentimentos pelo toque. Teu corpo esfriava, enrijecia, estremecia, e ele sabia de tudo. De tudo! Não adiantava tentar esconder-lhe nada, a pele falava, os músculos respondiam, os cabelos deduravam.
No fim você se sentia nua. Ele escondia as descobertas da noite para te vestir moralmente e te despir fisicamente, aí era sua vez de tudo saber...