Informação é um negócio estranho, eu busco e absorvo até não aguentar mais, e quando esse ponto é atingido eu forço tudo lá dentro (da minha cabeça) pra ver se ainda tem uma fresta para enfiar algum artigo ou mais um capítulo do livro que eu estou lendo.
O mais engraçado é que quando eu começo a escrever minha cabeça está abarrotada de tudo aquilo que eu acabei de ler, textos enormes pesam toneladas ao som da música que eu ouvi e de alguns lembretes ou anotações mentais, mas á partir do momento que a segunda frase começa a ser formada sinto um prazer incomparável, não é um prazer físico, não é uma sensação de saciedade é... um prazer que só quem escreve sente.
Não sou escritor, longe disso, meus livros fracassam antes das dez primeiras páginas e meus artigos são tão científicos quanto o comercial do sabão em pó, mas que o ato de escrever só me traz alegrias eu não tenho a menor dúvida!