E com um sorriso meigo ela perguntou:
- E ela? Como anda?
- Nã sei, espero que bem. Ela me escreveu algo...
Tirei o telefone do bolso e mostrei o texto, ela o leu com calma e me olhava de relance, vezes sorrindo, vezes com uma expressão indecifrável.
Mais tarde, nas escadas, ela me disse:
- Você cometeu o pior erro da sua vida.