É estranho esperar a semana toda para vê-la, no dia anterior me bate aquele frio na barriga, aquela incerteza, insegurança... Borboletas voam livres em minha barriga. Imagino o que dizer, o que vestir, planejo até meus sorrisos. Antes de dormir faço questão de esquecer tudo, todos os planos.
O que tenho com ela não é fabricado, é único e é espontâneo. No dia seguinte as borboletas ainda estão lá pela manhã, mas após o almoço elas se vão, dão lugar a uma sensação inexplicavelmente calma.
Ás vezes não a vejo nos fins de semana, o que só aumenta as saudades e as expectativas, mas o ritual é sempre o mesmo: Frio, incerteza, insegurança, borboletas, planos para serem esquecidos... Quando a vejo, a paixão aumenta.