Não consigo me encaixar ou me rotular porque isso implica em mudanças, em concessões, e eu sou quem eu sou não mudarei para ter um título específico. Além do mais, títulos trazem bagagem, bagagem que não reflete necessariamente quem os carrega. Não quero ninguém vindo até mim com meu quadro pintado, resenhado e criticado. Quero que venham até mim com curiosidade, que moldem opiniões após me conhecerem, após uma conversa produtiva (ou não) onde cada um passa a entender cada um da forma que é, não da forma que dizem que podem ser.
Gosto de respostas, mas não gosto de tê-las prontas, o ser humano é feito para ser explorado descoberto, deixem padrões para máquinas e para produtos, eles são criados por moldes. Nós somos seres distintos em constante evolução.