O mundo hoje vive uma Terceira Grande Guerra, mas não são mais nazistas contra judeus, são pessoas contra pessoas, humanos contra humanos. Como sobreviveremos a essa Guerra ninguém sabe. Ela não é justa, ou melhor, ela é mais que justa, dessa vez as minorias têm voz e se tornam opressoras.
Não sabemos a quem apontar os holofotes e eles acabam voltados para um líder desleal, alguém que não compartilha nossas ideias e sim cria suas próprias e nos convence que são importantes. 
Mas te digo quem vai sobressair-se nos próximos anos, aqueles que deixam de apontar seu holofote para quem quer que seja e passem a usá-lo para iluminar a própria cabeça. Daqui a alguns anos não aceitaremos mais lideranças intelectuais da forma que são aceitas hoje, seremos nossos próprios mestres ideológicos. 
Aquele que hoje se rebela contra um regime opressor será o integrante da nossa sociedade futura, aquele que nega-se a ajoelhar e ouvir uma história antiga será o narrador do progresso humano. Aos líderes do circo atual daremos apelidos, deixarão de ter títulos considerados nobres, deixarão de usufruir do dinheiro proveniente da ignorância alheia e se tornarão um número. Não um número de carteira de identidade ou um número de previdência social mas um número de cela, e outro de detento. 
E aquele best-seller será lido na escola, não como símbolo de seu poder, mas como símbolo de sua imprudência. Quem sabe daqui a dez mil anos não renomearemos também um era, "Era dos Tolos" meu umzilhoneto ousará dizer, "Meu umzilhoavô foi um revolucionário na Era dos Tolos!", e eu já sorrio de orgulho, já que vivo provavelmente não estarei, e sei que gente quando morre volta a ser parte da Terra, como a comida que come.