Vejo ela quase todos os dias. Mal penso e lá está ela, não sei da onde ela vem, mais ela é magrela, magrela e branquela, mas não de um jeito comum, ela quebra a barreira do magrela e do branquela, chega a ser assustador. Ela não é bonita, como podem ter percebido, mas ás vezes eu me pego pensando. E se eu namorasse a magrela? Eu sou magrelo também, e sou meio branquelo! Que será que nasceria disso? 
Aí a magrela branquela pega suas coisas e vai embora, tropicando nas pernas, na bolsa está meu coração.